Há algum tempo atrás, recebi por e-mail a matéria abaixo com esse mesmo título, produzida para a revista época. Eu respondi por email, mas creio que deva ser publicada aqui também.
matéria: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI131072-15230,00-PEDOFILO+E+GENTE.html
O texto é uma opnião minha, amparada pelo meu direito de expressão. Você pode ler e pode gostar ou não; pode ser a favor ou não. Pode se expressar também se quiser, mas respeite a minha opinião.
---------- Forwarded message ----------
From: Almiro Leal
Date: 2010/4/5
Subject: Re: Pedófilo é gente?
Sinceramente?
Sou budista, creio e exercito constantemente pensamentos nobres em busca da iluminação. Entretanto, essa é uma filosofia que pratico em momentos racionais.
Ao ler o texto abaixo, imagino que a escritora não deve ter filho/filha e provavelmente nunca esteve ou imaginou um ente querido na situação de vítima de um pedófilo. Se algum dia o fez, deve ter sido um pensamento criado como num romance, cheio de licenças poéticas onde o céu é sempre azul, o bem sempre ganha e o final sempre é feliz.
"Pedófilos não são monstros, como a maioria de nós preferiria", exato; eles são bem piores. Os monstros são lendas que assombram as crianças e que somem com o tempo sem deixar marcas, cicatrizes ou pesadelos para o resto da vida. Os traumas causados por pedófilos duram toda uma vida.
Tive a sorte de não sofrer esse horror, mas conheço pessoas que sofreram e ao me colocar no lugar delas e sentir o mínimo que consegui imaginar, me veio um enorme sentimento de revolta.
Por muito tempo refleti sobre a situação e a conclusão que cheguei é que todos devem ter direito a um julgamento justo a fim de poder defender a sua inocência. Entretanto, creio que em caso de condenação a simples reclusão e a combinação com a castração química não satisfaria o meu instinto primitivo animal ao ter um filho/filha vitima desse crime.
Peço que nunca fique próximo de um ser destes, caso alguém próximo à mim seja vítima. Que uma força maior me segure, porque toda vez que vejo alguma notícia ou matéria relacionada, tento imaginar uma tortura que seja a mais cruel e prolongadora possível de sofrimento; Afinal, um miserável desses não merece morrer, merece sofrer por toda a eternidade.
Att.
almiro leal
Fragmentos, visões, conversas, imagens, devaneios, surtos, análises, opniões, filmes, tecnologia... tudo o que eu conseguir captar e traduzir em palavras para que todos possam ler.
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Tatuagem
Sou daquelas pessoas que não gosta de roupa muito cheia de desenhos ou muitas cores. Não gosto e não uso. É um estilo diferente do meu; quem quiser usar que use. Não tenho porque criticar ou julgar outras pessoas por ter um estilo diferente do meu.
Roupa não é parametro para que qualifique ou desqualifique o caráter de nenhuma pessoa. Existem as bem vestidas e as mal vestidas, e entre esses dois grupos existem mocinhos, ladrões, trabalhadores e vagabundos.Impossível distinguí-las.
Vez ou outra, noto certa superficialidade em algumas pessoas que, por falta de conhecimento ou de análise mais profunda manifestam, mesmo que de forma discreta, um certo desprezo por aquilo que elas consideram diferentes. O nome correto disso é preconceito.
Eu também não me imagino com o corpo "todo" tatuado, nem acho bonito quando vejo em outras pessoas. É uma opção minha. Entretanto, assim como as roupas e não avalio o carater de ningu~em por ter ou não o corpo todo tatuado.
Já faz um certo tempo que tatuagem deixou de ser coisa de estivador, presidiários, traficante ou integrante de gangue. Apesar pessoas que possuem tatuagem exercem as mais diversas profissões e vivem suas vidas normalmente.
Ah, a propósito, eu tenho tatuagem; ela é grande, mas não o corpo todo; e é da forma como eu gosto.
Roupa não é parametro para que qualifique ou desqualifique o caráter de nenhuma pessoa. Existem as bem vestidas e as mal vestidas, e entre esses dois grupos existem mocinhos, ladrões, trabalhadores e vagabundos.Impossível distinguí-las.
Vez ou outra, noto certa superficialidade em algumas pessoas que, por falta de conhecimento ou de análise mais profunda manifestam, mesmo que de forma discreta, um certo desprezo por aquilo que elas consideram diferentes. O nome correto disso é preconceito.
Eu também não me imagino com o corpo "todo" tatuado, nem acho bonito quando vejo em outras pessoas. É uma opção minha. Entretanto, assim como as roupas e não avalio o carater de ningu~em por ter ou não o corpo todo tatuado.
Já faz um certo tempo que tatuagem deixou de ser coisa de estivador, presidiários, traficante ou integrante de gangue. Apesar pessoas que possuem tatuagem exercem as mais diversas profissões e vivem suas vidas normalmente.
Pior do que ter tatuagem é ter preconceito
Ah, a propósito, eu tenho tatuagem; ela é grande, mas não o corpo todo; e é da forma como eu gosto.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Prince of Persia, The Sands of Time - o Filme

Ambientado no mundo dos sultões, marajás e toda riqueza dos império persa, é uma ótima adaptação do clássico video-game, com o mesmo nome, que fez nos anos 90.
O filme conta a história do destemido príncipe Dastan, filho adotivo do Rei Sharaman, que se vê acusado de um crime que não comenteu. Com a ajuda da princesa Tamina e de uma adaga mágica, ele tentará provar sua inocência.
Falar mais sobre a história, estragaria a emoção de ver filme. Muita ação, aventura e uma boa pitada de humor capaz de manter você atento à tela a cada cena. Os efeitos especiais também foram muito bem bolados e inseridos complementando a magia esperada.
Curiosidade: em determinado momento do filme, eu lembrei (me confundi) com a história do jogo Alladin (para PC) que também é Disney - produtora do filme.
Este é um daqueles filmes que dá vontade de ver novamente.
Trailler legendado: http://www.youtube.com/watch?v=CCk2rcyzRps
terça-feira, 27 de abril de 2010
Alice no País das Maravilhas

O marcante estilo de Tim Burton, a presença dos atores Johnny Depp (chapeleiro maluco), Anne Hathaway(Rainha Branca) e Helena Bonham Carter (Rainha de Copas), unidos aos efeitos especiais que se encaixam perfeitamente no fantástico mundo de soldados de cartas de baralhos e animais falantes é uma ótima desculpa para ir ao cinema nos próximos dias.
Inspirado no livro de Lewis Carroll, o filme se passa 13 anos depois da primeira visita de Alice. Dessa vez ela terá que ajudar os amigos a derrotar a malvada Rainha de Copas.
Acredite, não é necessário maiores explicações para ver e gostar do filme. Eu faço apenas dois alertas:
- O primeiro é que o filme não é pra criança. Elas podem até se divertir com os personagens e com os efeitos mas a história é para os mais grandinhos.
- O segundo é sobre o formato do filme: NÃO VALE A PENA pagar mais caro para VER EM 3D.
Se você é um dos que ajudou James Cameron a bater o recorde de bilheteria de Titanic, vendo Avatar, ou já assistiu um simples desenho feito em 3D, ficará decepcionado Alice.
Diferente de Avatar, os filme foi feito em modo tradicional e somente depois convertido
para 3D por computação. O resultado atrapalhou mais do que ajudou, sendo muitas vezes há
distorções nos rostos dos personagens em movimento, ou mesmo a sensação de embaçamento das imagens de fundo.
Fora o 3D, recomendo o filme como positivo. Só acho que os próximos filmes lançados deveriam passar a ser classificados com um selo para identificar claramente qual a tecnologia foi utilizada pra gerar as imagens 3D.
Histórico de filmes que assisti em 3D:
- UP - altas aventuras
- AVATAR (2x)
- Tá Chovendo Hamburger
terça-feira, 14 de julho de 2009
Jean Charles
Baseado em uma história real, o filme retrata a vida do eletricista brasileiro que morava em Londres e que foi assassinado pelo serviço secreto britânico num dia após um atentado fracassado ao metrô. Segundo consta, Jean foi confundido com um terrorista.Enquanto procurava o poster do filme, encontrei que a Patricia Armani (prima real) e o ex-chefe de Jean interpretaram a si mesmos no filme. O que reforçou a sensação que tive de que alguns atores não tinham muita experiência ou foram selecionados entre brasileiros que viviam em Londres para dar mais veracidade a história.
A atuação Selton Melo como Jean basta para manter o filme alegre mesmo todos nós sabendo que o final não é.
Longe de ser uma obra-prima do cinema pelas atuações, o filme é interessante e vale por mostrar como Jean e diversos brasileiros se esforçam para levar uma vida melhor no velho mundo.
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