Na pesquisa por material de estudo de inglês, acabei encontrando o vídeo abaixo. Cômico... Ia enviar para o grupo, mas vale a penar manter este aqui no Blog.
Fragmentos, visões, conversas, imagens, devaneios, surtos, análises, opniões, filmes, tecnologia... tudo o que eu conseguir captar e traduzir em palavras para que todos possam ler.
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sexta-feira, 23 de maio de 2008
domingo, 18 de maio de 2008
Homens e Círculos
10.000 A.C. é um bom filme. Entretanto não espere muito da história que é bem previsível. O que aconteceu ao pai do herói, como ele poderia encontraria a amada, como sairia da enrrascada... tudo é previsível.Ainda assim, é um bom filme, tipo sessão da tarde: morno e com poucas boas cenas.
Uma em especial me chamou a atenção. Nos 51 minutos de filme, surge o diálogo inspirador entre o gerreiro D'Leh e o líder da tribo, amigo do seu pai.
"Um bom homem desenha um círculo ao redor dele e se ocupa dos que estão dentro: sua mulher, seus filhos...
Outros homens desenham um círculo maior e dentro dele estão também seus irmãos.
E outros...
Têm um destino superior.
Têm que desenhar a seu redor...
Um círculo dentro do qual estejam muitas, muitas pessoas mais.
Seu pai...
Era um desses homens.
Você deve decidir se você...
Se também é um destes."
Os próximos 25 anos
Dos filmes que assisto, quase sempre aprendo alguma coisa.Já faz tempo... 27 de Dezembro de 2007 estava assistindo o filme "A cartada final".
O filme é sobre [Um veterano ladrão que está prestes a se aposentar e um jovem unem forças a fim de realizar um assalto por muitos considerado impossível. Com Robert De Niro, Edward Norton, Marlon Brando e Angela Bassett no elenco.]
Uma fala específica do veterano me fez reletir por dias:
Faça uma lista de tudo que você queragora e planeje gastar os próximos 25 anos daO veterano ladrão explicava ao novato que não deveria ter pressa para conseguir as coisas, que ele deveria planejar bem cada passo.
sua vida correndo atrás dela. Devagar, peça por peça.
Desde então é assim que me sinto: juntando as coisas aos poucos para os próximos 25 anos.
Título Original do filme: The Score
Título Brasileiro: A cartada final
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Vidas cruzadas
Amiga G: você que é da área de exatas, me responda: as vidas podem se cruzar várias vezes?Almiro: não sei isso é de exatas. Mas vamos lá, deixa analisar:
"Como a quantidade de pessoas que conhecemos hoje é em maior número que a quantidade que nossos pais ou avós conheceram, e o mundo que vivemos não é tão grande, e espaço o qual que circulamos ampliou consideravelmente com os avanços nos carros, viagens de aviões, trens...
É provável que sim!
É provável que as vidas possam se cruzar varias vezes."
Amiga G: =)
Amiga G: eu sabia que era uma questão de exatas! Especificamente de lógica! ahhahahaha
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
O carro número 2173: gentilezas

Nessa segunda-feira, presenciei uma rara cena nesses tempos modernos.
De manhã, perdi a hora de acordar e sai de casa atrasado para o trabalho. Esperei pelo ônibus* e para minha sorte não demorou. Peguei o Stiep Vale dos Rios - R4, carro número 2173.
O "carro", como o povão chama, seguiu seu caminho, entrou na rua da Tv Itapoan e parou quando iniciava a descida da ladeira Rua Durval Moraes (uma ladeira) que leva até a Rua Sérgio de Carvalhoo, ou muito mais conhecida como "vale das muriçocas".
O motorista parou e puxou conversa com uma pessoa que estava do lado de fora que não vi quem era. A pessoa respondeu. Ele perguntou com o tom de voz mais alto, mas de forma calma e paciente se a pessoa não queria ajuda para descer a ladeira; se não queria carona.
Nesse momento, imaginei alguma mocinha pela qual o motorista poderia está paquerando, mas para minha surpresa não; era uma senhora de aparência simples e humilde, com seus cabelos grisalhos pelos muitos anos de vida.
Ela falou algo ao motorista, como que recusasse ou que não precisaria tanto trabalho, mas o motorista insistiu pelo menos mais duas vezes novamente com tom sereno e calmo, que não precisava pressa; que ele esperava, até que ela decidiu por entrar.
Foi nesse que percebi que a senhora não estava sozinha. Ela estava acompanhando e auxiliando um senhor, também de idade, aparentando um pouco mais cansado da vida, com cabelos tão grisalhos quanto e muito mais escassos que o dela. Ele lentamente e sem pronunciar som algum, se aproximou mais da escada, se curvou, apoiou subiu com uma muleta o primeiro degrau e tão lentamente quanto a primeira vez, subiu o segundo e se ajustou à cadeira e sentou com apenas uma perna.
Apesar da "demora", o motorista aguardou e também nenhuma pessoa presente no ônibus ou mesmo os dois ou três carros que aguardaram fizeram qualquer gesto de impaciência.
A senhora subiu logo atrás do senhor segurando a muleta e o ônibus seguiu o caminho.
Novamente gentil, o motorista perguntou para onde eles iriam e à menos de 150 metros, fora do ponto, parou para que descessem. Avisou que não precisava pressa que ele aguardava sem problemas.
A senhora agradeceu, desceu e auxiliou o senhor que se curvou, apoiou, desceu um a um, os degraus, até parar na calçada.
O motorista acenou e seguiu o rumo. No ônibus, em total silêncio, sentir como se não fosse o único que havia se orgulhado com as gentilezas.
Cena que devo relembrar por um bom tempo.
* Sim, eu ainda pego ônibus, mas por pouco tempo.
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