terça-feira, 24 de julho de 2007

Voz


Acordei hoje com uma voz me chamanda. Abri o olho e tive a sensação que alguém havia me acordado. Alguém de bem.

A sensação foi tão real, que procurei pela casa se havia alguém.
Estranho. Bem estranho.

Não encontrei ninguém e uma sensação não muito boa surgiu: um aperto no coração daqueles que você pensa em todos que você gosta e se preocupa. Daqueles que você pensa nas coisas que ainda tem vontade de fazer, de terminar. Até mesmo nas coisas pendenetes que tem para escrever.

Por isso tudo, é que logo cedo estou escrevendo :)

Fora essa sensação, estou vivo e tudo bem.
Tenho milhares de coisas pendentes de escrever. Estou com vários arquivos na área de trabalho salvos, quase prontos para serem publicados. Talvez, no final de semana faça um limpa e publique. Por enquanto.... vou tomar banho e trabalhar, porque para variar, tem mil outras coisas pendentes na área de trabalho.

Bem.... bom dia pra todos.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Viva o Chocolate




Pode parecer brincadeira, mas essa semana resolvi escrever à Nestlé.
Segue abaixo a mensagem que envie através do site.

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Até essa semana pensava que era o único chocólatra a reclamar sobre os atuais produtos da nestlé, mas em conversas descotraída com amigos na última semana, incrivelmente vários reclamações surgiram. O chokito que antes havia vários crocantes, agora dá pra contar ao dedo, o Crunch também nem de longe lembra o antigo KRI repleto de flocos de arroz. Recentemente o tamanho também das bolachas que aqui no nordeste aparecem com 400g a menos que em SP e RIO. Até mesmo o Neston agora está com 100gr a menos tbm. Uma grande reduzida no volume para manter temporariamente os valores dos produtos que novamente subiram.

Quando teremos um Chokito e Crunch a altura da qualidade que tínhamos à 5, 10 anos atrás?


Hoje, recebi a mensagem de resposta deles
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Mensagem da Nestlé para Você Inbox
from "falecom@nestle.com.br" 11:30 am
to almiroleal@gmail.com
date Jul 5, 2007 11:30 AM
subject Mensagem da Nestlé para Você

Almiro

Agradecemos seu contato, e como gostaríamos de conversar diretamente com você sobre a questão exposta em sua mensagem, em breve telefonaremos para o número que nos indicou.

Atenciosamente,

SERVIÇO NESTLÉ AO CONSUMIDOR
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Estou aguardando a ligação. :)

Ps.: Segundo Léo... mandei a mensagem porque não tinha ninguém por perto para "Churiçar".

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Ganhar / Perder


Eu gosto de algumas das coisas que escrevo. Tudo bem que tenho fases meio toscas, mas volta e meia, encontro algum bom material para minhas auto-análises.

Para essas auto-análises futuco textos antigos, arquivos, agendas, e-mails. Volto ao passado quando não tenho o que escrever, volto quando tenho dúvida sobre quem sou, volto incessantemente para avaliar o "eu" que chegou aqui.

Encontrei um texto de 2001, que ainda expressa uma verdade em minha vida.

"Algumas vezes quando penssamos que ganhamos, na verdade podemos estar perdendo muito.
As pessoas sábias devem ter a capacidade de discernimento sobre quais vitórias desejam realmente saborear"

em 01/12/2001 as 00h28m

sábado, 5 de maio de 2007

O tempo


"O tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu pro tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem."

Quando pequeno, minha irmã e eu tinhamos um livro ou uma série de livros com pequenas histórias e dentre elas, havia essa texto. Se não estou enganado, esse texto é de Monteiro Lobato. Se alguem confirmar, e souber de que livro, me avisem.

Dificil ser constante num mundo inconstante, onde os prazos se encurtam, os ônibus se atrasam, os preços aumentam, e até mesmo algumas festas de largo mudam de data.

terça-feira, 24 de abril de 2007

O pulsar descompassado

Seria bom termos um controle remoto de sentimentos. Seria muito fácil, apontar pra a gente mesmo ou pra outras pessoas.

Um botão para Liga / Desliga.

Aumenta!!! zip!
Diminui. zip!

Muda de canal. zip! zip! zip! zip!...

Apesar que, pessoalmente, acho muito bom o turbilhão desgovernado que é o meu coração.
O silêncio, a calmaria. A tempestade, a inquietudes. O pulsar descompassado sem dia nem hora marcada para chegar.